quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Trajetória Política - Romero Sales


Depois de mostrar sua vida pessoal, Romero Sales deseja, agora, que cada ipojucano conheça sua trajetória política e o que tem motivado o seu sonho de administrar a cidade que tanto ama. Para Romero, o desenvolvimento equilibrado de Ipojuca não é apenas uma bandeira de campanha; é um motivo de vida. Seja como professor, engenheiro ou como vereador, Romero dedicou os últimos 32 anos de sua vida a Ipojuca. E é por isso que ele conhece o município, suas deficiências e os caminhos para resolvê-las. Mas é por amor a Ipojuca que Romero Sales pretende modificar, para melhor, os rumos desse município.

Nesta entrevista, Romero faz uma retrospectiva e fala do que o levou a entrar na política. Aqui, ele expõe seus objetivos e antecipa o que pode ser considerado como temas de campanha. Porém, Romero já tem demonstrado, na prática, que esses temas não vão ficar só na campanha. Em seu 5º mandato, Romero já recebeu a aprovação do povo ipojucano sendo, na última eleição, o vereador mais votado na história do município.


Quando e onde começou sua trajetória política?
Romero-  Por influência principalmente de meu pai, Seu Toinho, e do meu Sogro, Seu Jaime; além de muitos amigos e amigas. Em 1988 me filiei ao PDT e concorri à minha primeira eleição. Foi quando não consegui ser eleito por apenas 1 (um) voto! Pensei em desistir, mas acreditei que aquilo era um jeito de Deus me dizer que eu não estava pronto, mas que não deveria abrir mão de ser vereador. Candidatei-me novamente em 1992, desta vez pelo PST, pois me tomaram o PDT, e consegui me eleger como o mais votado de Ipojuca. Fui reeleito em 1996 pelo PSB, pois o PST foi extinto, e reeleito em 2000 e 2004, pelo PMDB. Em 2005 fui convidado pelo prefeito Pedro Serafim para ser o Secretário de Educação, Cultura e Esportes. Entre 2005 e 2008 trabalhei forte e pude atuar decisivamente na melhoria de vida das ipojucanas e ipojucanos. Foi quando Ipojuca realmente pôde ser inserida em SUAPE. Em 2008, fui reeleito para o quinto mandato consecutivo, sendo novamente o mais votado da história de Ipojuca. Interpretei a mensagem das urnas como reconhecimento do trabalho que venho desenvolvendo.

Por que decidiu ser vereador?
Romero-  Não gostava de política, mas como professor eu vi a implantação do Complexo Industrial e Portuário de SUAPE prometendo um desenvolvimento sem igual para Ipojuca. Mas, eu não via esse desenvolvimento atingir meus conterrâneos. Foi quando eu decidi lutar para que ipojucanas e ipojucanos pudessem ser inseridos em SUAPE.

Fale de sua experiência na área de esportes:
Romero-  Na área esportiva, fui presidente do Sport Clube Internacional de Ipojuca, time que fez história na época. Fui presidente, também, do Ipojuca Futebol Clube, o conhecido Boi Veio. Foi quando conseguimos ser campeão da Liga Desportiva Cabense, pois, não existia Liga de Futebol de Ipojuca. Fui fundador da Liga Desportiva Ipojucana, tendo sido eleito, na época, presidente do Tribunal de Justiça Desportiva da referida Liga. Também fui fundador das Ligas Desportivas de Futsal, Voleibol e Dominó, incentivando a prática dessas modalidades. Como Secretário de Educação, Cultura e Esportes, juntamente com minha equipe, resgatei os Campeonatos Ipojucanos de Futebol de Campo, Futsal, Voleibol e Dominó. Fomos bi-campeões da Copa do Interior com a Seleção Ipojucana de Futebol de Campo. Abrimos os Jogos Escolares para participação de todas as escolas ipojucanas, integrando cada vez mais o sistema educacional ipojucano.

Fale de sua experiência na área cultural:
Romero-  Sempre gostei de música e, quando adolescente, era responsável pelos hi-fi, tão lembrados por todos que participavam na casa dos meus pais, ao lado do Grupo Escolar Rural Domingos Albuquerque, atual Escola Domingos Albuquerque. Sempre participei de todas as festividades de nosso município, muito antes de pensar em entrar na área política. Como Secretário de Educação, Cultura e Esportes, resgatei as grandes festas de Ipojuca: as Festas de Santo Cristo de Ipojuca, São Miguel, Nossa Senhora do Ó, Santo Antônio de Camela, São Pedro e Nossa Senhora do Desterro em Porto de Galinhas, dentre outras festividades. Acredito que a cultura deve ser lembrada, festejada e passada adiante. Fizemos os melhores Carnavais bem como as melhores Festas Juninas já vistas em Ipojuca. Além de incentivarmos os artistas e as bandas locais, trouxemos bandas reconhecidas em nosso estado e no Brasil como: Banda Calypso, Raça Negra, Banda Sem Compromisso, Cristina Amaral, Exalta Samba, Almir Rouche, Super Oara, Nádia Maia, Alcimar Monteiro, Brisa Estelar, Geraldinho Lins, Amigos Sertanejos, Magníficos, Limão com Mel, Companhia do Calypso, Mastruz com Leite, Brucelose, Calcinha Preta, entre outras. Em 2006, quando o Convento de Santo Antônio de Ipojuca completou 400 anos, fizemos uma série de festividades em conjunto com a Paróquia de São Miguel de Ipojuca. Foi quando trouxemos para Ipojuca o Padre Zezinho e o Trio Ir ao Povo. Lançamos também, através da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, o selo comemorativo dos 400 anos do Convento de Santo Antônio de Ipojuca.

O que você esperava alcançar e o que já alcançou?
Romero-  Esperava ver Ipojuca inserida no Complexo Industrial e Portuário de SUAPE e isso, hoje, é uma realidade. Como Secretário de Educação de Ipojuca, consegui fazer com que a educação avançasse em todos os sentidos, a níveis nunca antes vistos em nosso município. Consegui trazer o IFPE (antigo CEFET) para Ipojuca. Junto com minha equipe, implantei a Universidade Aberta com diversos cursos superiores. Com o apoio do governo do estado, implantamos a Escola de Referência em Ensino Médio de Ipojuca. Iniciamos a distribuição de fardamento e kit escolar para os alunos e fardamento para os professores. Através do Programa de Valorização do Magistério, melhoramos a remuneração as condições de trabalho para todos os trabalhadores da área da educação de nosso município. Resgatamos as festividades da Semana da Pátria, com os grandes desfiles. Quando entramos na secretaria, só tínhamos cinco bandas marciais e deixamos mais de 23 bandas/fanfarras, com instrumentos e fardamentos de gala, tendo integrado todas as escolas municipais, estaduais e particulares. Isso é investimento em auto-estima e em cultura; é oferecer alternativas para os jovens ipojucanos. Multiplicamos o número de estudantes em curso superior. Conseguimos colocar mais de 5.000 pessoas no mercado de trabalho de SUAPE, dentre muitas outras ações, que só fizeram engrandecer o nosso Ipojuca.

O que pretende para Ipojuca? Quais os principais projetos?
Romero-  Pretendo avançar mais ainda. Sonho em administrar esse município tão importante no cenário pernambucano, dando continuidade a esse sonho de mais de 20 anos e que estamos passo a passo tornando realidade. Estamos incluindo as ipojucanas e ipojucanos em SUAPE, mas temos que tratar do crescimento ordenado de nosso município, para que não tenhamos uma grande favela. Precisamos avançar mais ainda na Educação e Saúde, para que o nosso povo sinta de perto e cada vez mais o ar do desenvolvimento que sopra em nossa terra.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Vereadores aprovam criação de Arquivo Público Municipal

Fonte: Site da Câmara Municipal de Ipojuca

De autoria do vereador Romero Sales, a lei que institui a criação do Arquivo Público Municipal foi aprovada nesta terça-feira (16/08), na Câmara de Ipojuca. O Arquivo Público, que carrega o nome do Frei Venâncio Willeke, está diretamente subordinado ao Gabinete do Prefeito. Dentre as atribuições do órgão estão a gestão integral dos documentos do município; o provimento de acesso às informações e arquivos no âmbito da administração pública municipal; a guarda definitiva e a preservação de documentos de valor permanente.

O arquivamento de documentos oficiais municipais é imprescindível para o apoio à administração, à cultura, ao desenvolvimento científico e ao levantamento de provas e informações. Além disso, o material serve de base para pesquisas históricas e outras. O Arquivo Público Municipal deve cuidar também da gestão eletrônica de documentos, sistemas de informação e sistema de arquivos. Também faz parte das atribuições do órgão a realização de projetos de ação educativa, cultural, de preservação e divulgação do patrimônio documental, visando à recuperação da memória coletiva do município. O órgão pode, ainda, estender a custódia dos documentos de origem privada, considerados de interesse público e social.

A estrutura do Arquivo Público Municipal está dividida em Coordenação do Sistema Municipal de Arquivos; Arquivo Histórico ou Permanente; Arquivo Geral ou Intermediário; Serviço de Ação Educativa e Cultural; Serviço de Apoio Administrativo. Já o Sistema Municipal de Arquivos, criado pela mesma lei, vai ser composto pelo órgão central (Arquivo Público Municipal) e pelos órgãos setoriais (arquivos dos órgãos da Administração Municipal).

Ao colocar o nome de Frei Venâncio Willeke no Arquivo Público Municipal, o vereador Romero Sales quis homenagear um homem comprometido com a história do município. Músico, escritor e historiador, Frei Venâncio foi o primeiro a resgatar a história de Ipojuca através dos velhos arquivos existentes no Convento de Santo Antônio. Em 1938, o Frei publicou o "Resumo Histórico do Convento de Santo Antônio e do Santuário do Senhor Santo Cristo de Ipojuca". Ele foi o primeiro a ter contato com os arquivos do convento compilando-os naquilo que se tornou a primeira publicação oficial sobre o município do Ipojuca. "Este é o marco inicial de toda a História de nosso município", afirmou Romero.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

História de Vida - Romero Sales


Queria ser vereador para melhorar o ensino e trabalhar pela inclusão profissional dos ipojucanos em Suape” - Romero Sales
No campo da política, o vereador é considerado o político mais próximo do povo. É ele quem escuta as reivindicações das comunidades e leva-as para serem discutidas em plenária. Romero Sales, vereador em seu 5º mandato, quer estreitar ainda mais seus laços com os ipojucanos, fazendo-os conhecer sua trajetória de vida e o que lhe fez entrar na política. Leia a história de vida de Romero Sales e conheça um ipojucano que ama o seu município. 
 
Sua história está exposta em formato de entrevista, a qual foi dividida em duas partes. A primeira parte fala da vida pessoal de Romero e de seus feitos como cidadão ipojucano. A segunda, trata do trabalho profissional e político. Mas, Romero é uma só pessoa. O amor por Ipojuca, a dedicação ao setor da educação, a competência como engenheiro e a transparência como político fazem parte e é o que define a pessoa de Romero Sales. 

1. Quando e onde nasceu? 
Romero - Meu pai, Antônio Eudaldo Acioli de Sales (Seu Toinho) é de Água Preta – PE e minha mãe, Maria do Socorro Rapôso Sales (Dona Socorro), é natural de Palmares – PE. Eles vieram para Ipojuca em 1958, quando se casaram. Minha mãe trabalhava como diretora do Grupo Escolar Rural Domingos Albuquerque e meu pai como coletor de Ipojuca. Nasci aos 7 meses em Recife, durante as compras do enxoval, em 22/09/1959. Sou Ipojucano, minha esposa é ipojucana e meus filhos só não nasceram em Ipojuca porque não tinha maternidade.  Tenho três irmãs: Rosemary (pedagoga), Rosane (pedagoga), Roberta (comerciante). Dedico-me à Ipojuca porque amo as pessoas que fazem parte deste lugar, elas não são estranhas para mim. São amigos de infância, colegas de trabalho, ex-professores, trabalhadores dos lugares onde faço compras ou levo coisas para consertar. Eu vivo Ipojuca. Quero melhorar este município não só por essas pessoas de quem falei, mas também porque quero que meus netos vivam Ipojuca tanto quanto eu vivo. 

2. Onde foi criado e onde mora atualmente? 
Romero - Desde que nasci fui criado em Ipojuca. Residi a minha infância e parte de minha adolescência na casa que se localizava ao lado do Grupo Escolar Rural Domingos Albuquerque, onde hoje funciona a Biblioteca da Escola Domingos Albuquerque.
 
3. Casado? Com quem? Há quanto tempo?
Romero - Casei em 25/05/1985 com Célia Agostinho Lins, hoje, Célia Agostinho Lins de Sales; filha de Jaime Agostinho Lins (Seu Jaime), ex-vereador por diversos mandatos e ex-prefeito de Ipojuca. E Maria José Lins (Dona Maria), pessoa de uma paciência e bondade dificilmente vistas. Fizemos Bodas de Prata no ano passado e estamos com 26 anos de casados.

4. Tem Filhos? Netos?
Romero - Tenho dois filhos de quem me orgulho muito. Meu primogênito é Romero Antônio Rapôso Sales Filho, 24 anos, e está concluindo o curso de Arquitetura e Urbanismo. Maria Luíza Lins Rapôso Sales, minha caçula, com 20 anos, cursando o 8º período de Engenharia de Produção. Ainda não tenho netos, mas serão muito bem vindos. Sei como é bom ter um bebê em casa.

5. Fale um pouco da sua trajetória como estudante e como profissional
Romero - Estudei no Grupo Escolar Rural Domingos Albuquerque, do Jardim da Infância até a 4ª Série Primária. Minha primeira professora foi Dona Maura Coutinho. Fiz a admissão ao ginásio e fiz da 1ª à 4ª série no Ginásio Aníbal Cardoso, escola que me traz muitas saudades, dos professores e colegas, com quem até hoje me encontro. Fui fazer o científico na cidade do Cabo, no Colégio Santo Agostinho, pois Ipojuca na época não tinha 2º grau. Fiz o 2º e 3º ano científico no Colégio e Curso ESUDA. Passei no primeiro vestibular em 1977, para o curso de Engenharia Agronômica da UFRPE. Em 1984, fiz o curso de Licenciatura Plena da FAFIRE para ensinar no Ensino Fundamental e Médio. Fiz cursos de Especialização e tive o meu primeiro emprego em abril de 1978, como professor da Escola Domingos Albuquerque. Em 1980, consegui o meu primeiro estágio como engenheiro agrônomo, na Empresa SUAPE, na Gerência de Preservação Ecológica. Fui contratado em 1982, quando fui efetivado como funcionário da Empresa SUAPE. Já dirigi a Divisão de Preservação Ecológica e a Gerência de Meio Ambiente de SUAPE. Hoje estou na Coordenadoria de Novos Negócios. 

6. Como foi sua experiência como professor?
Romero – A docência foi minha primeira experiência profissional. Tenho muito carinho pela área. Comecei na Escola Domingos Albuquerque, ensinando ciências para turmas da 6ª série. Logo depois, comecei a ensinar matemática e técnicas agrícolas da 5ª a 8ª série. Quando a Escola passou a contar com o Ensino Médio, fui o primeiro professor de química. Posteriormente, fui professor nas disciplinas matemática, estatística, economia e mercado. No ensino fundamental, fui professor também de religião e inglês. Tive muitos alunos, hoje, amigos e colegas de trabalho. Foi a educação que me impulsionou a entrar na política, pois queria ser vereador para melhorar o ensino em Ipojuca e trabalhar pela inclusão profissional dos ipojucanos em Suape.
 
 7. Quais são seus valores máximos (o que defende, o que acredita ser primordial)?
Romero - Fé em Deus, família, amigos, transparência, ética, honestidade, persistência e humildade.

 8. Como é sua vida cristã e seu trabalho na Igreja?
Romero - Sempre busquei estar próximo de Deus. Desde pequeno, eu gostava de ir às missas de domingo que aconteciam às 16h na Igreja do Senhor Santo Cristo. Fiz primeira comunhão e participei do CJC – Comunidade de Jovens Cristãos. Quando estava para me casar, em 1985, não era crismado. Foi quando Frei Hermano, vigário de Ipojuca na época, implantou a Catequese de Crisma e me pediu para ser um dos catequistas, foi quando também me crismei. Casei em 1985 e continuei o trabalho na igreja. Em 1987, fui convidado para ser Ministro da Eucaristia da Igreja Católica em Ipojuca. Participei do Grupo de Casais com Cristo, da Paróquia de São Miguel. Sempre gostei muito de música e, em 1992, consegui fazer realidade o Ministério de Música da Paróquia de São Miguel de Ipojuca. Em 1999, fui um dos fundadores do “Grupo de Bem com a Vida” que tem, hoje, 12 anos de existência e participa ativamente da missa das 06h, nos domingos, na Igreja de Santo Cristo.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Ipojuca vai formar 1000 soldadores – Romero Sales

Essa notícia que tem percorrido a mídia estadual nas últimas semanas representa uma tentativa de diminuir o déficit na mão de obra qualificada, em Ipojuca. A falta de pessoas instruídas para atribuições específicas tem sido um grande problema para os empreendedores do Complexo Portuário de Suape. As empresas têm amenizado o problema trazendo profissionais de outras partes do país e do mundo. Isso faz com que pessoas nativas deixem de ser empregadas. Além disso, as operações das empresas são encarecidas devido ao alto custo decorrente do deslocamento dos trabalhadores. Sem falar dos danos sociais trazidos pelo boom populacional ocorrido nos municípios em torno do complexo.

Para evitar esses problemas, a qualificação profissional deve ser pensada antes da implantação dos projetos industriais. E foi assim que Romero Sales trabalhou em seu mandato como Secretário de Educação. Foi no mandato de Romero que aconteceu a parceria entre o Poder Público Municipal e o Estaleiro Atlântico Sul, para a construção da Escola Nascedouro de Talentos. Desde a sua criação, em 2007, a escola tem capacidade para disponibilizar cursos profissionalizantes para 300 alunos por turno. Ou seja, Romero deixou a estrutura do Nascedouro pronta para formar cerca de 900 soldadores, encanadores ou montadores - por semestre. 


Além disso, entre 2005 e 2008, Romero implementou uma série de programas voltados para a melhoria do nível de escolaridade dos ipojucanos. Dentre esses programas, está o Ipojuca na Universidade, que consiste na preparação dos jovens para o acesso ao nível superior. 

Também foi Romero que instituiu, em 2007, o Pró Cefet que selecionou e preparou alunos ipojucanos para o vestibular do CEFET - Ipojuca. Foi o próprio Romero Sales, como Secretário de Educação, que intermediou a doação da área para a construção do IFPE – antigo Cefet – em Ipojuca. No IFPE são oferecidos cursos de nível técnico e superior em eletrônica, mecânica, construção civil, dentre outros. 

Através de Romero, Ipojuca ingressou também nos programas Brasil Alfabetizado (voltado para a alfabetização de jovens e adultos) e Inclusão Digital (implantação dos laboratórios de informática nas escolas da zona urbana). Além disso, Romero ampliou as ações já existentes. Cinco vezes mais alunos passaram a ser beneficiados pelo Escola Aberta. Em relação ao EJA (Educação de Jovens e Adultos), o número de turmas foi duplicado. O Peti (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil) também foi incrementado. Romero esforçou-se também para valorizar o magistério, distribuindo uniformes, melhorando as condições de trabalho e executando uma política de aumento salarial.

Ipojuca cresceu. Suas necessidades também cresceram. Romero baseia seu trabalho no desenvolvimento planejado. O gestor municipal deve se antecipar às necessidades através do planejamento. A escolaridade não é uma coisa que acontece da noite para o dia. É preciso plantar para depois colher. Romero defende a educação de qualidade desde a escola básica. Ele pensa que “a ampliação de um sistema de educação integrado ao mercado de trabalho é a melhor forma de garantir oportunidades de emprego para os ipojucanos”.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

“Sozinho, o vereador não consegue fazer nada” – Romero Sales



Com este desabafo, o vereador Romero Sales convidou os funcionários da Câmara de Ipojuca a contribuírem para o progresso da Casa. As afirmações foram feitas por ocasião de uma palestra sobre o programa do Senado Federal, o Interlegis. A palestra foi apresentada pelo funcionário do Senado, José Bonifácio Góis, nesta sexta-feira (17/06) na Câmara de Ipojuca. Romero foi o único vereador presente.

O Interlegis é uma iniciativa criada para modernização e integração do Poder Legislativo no país. É gerido pelo Senado Federal, através da Secretaria Especial do Interlegis, com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID. O programa foi criado em 1997. No mesmo ano, o vereador Romero Sales – então, em seu 2º mandato – inscreveu a Câmara de Ipojuca para participar do programa. José Bonifácio parabenizou a iniciativa de Romero e afirmou que a Câmara de Ipojuca foi pioneira na inscrição.

O Interlegis oferece para vereadores e servidores treinamentos presenciais e à distância com a finalidade de melhorar os trabalhos legislativos. Já o Portal Modelo de internet e sua hospedagem são disponibilizados com o objetivo de proporcionar a divulgação dos atos legislativos, assim como a comunicação entre os parlamentares e os cidadãos. Todos os serviços oferecidos são gratuitos, sem custos para as Câmaras. 


A instituição trabalha a modernização do Legislativo nas esferas municipal, estadual e federal. Suas ações são desenvolvidas em quatro áreas básicas, são elas: tecnologia, informação, comunicação e capacitação. Com suas ações, o Interlegis auxilia o cumprimento da Lei da Transparência, a qual determina que, a partir de 2011, os municípios com mais de 50 mil habitantes publiquem as receitas e as despesas em um Portal da Transparência gerido pela prefeitura.

Fazendo jus à bandeira que defende, Romero suscitou os funcionários a participarem dos cursos: “os servidores são os principais responsáveis pela transmissão de conhecimento aos próximos vereadores que farão parte desta Casa”. O próprio Romero já participou de vários cursos do Interlegis e atesta: “os cursos são imprescindíveis para a melhoria das rotinas de trabalho técnico e parlamentar e, além disso, já diz o ditado: conhecimento nunca é demais”.

No encontro, A Câmara de Ipojuca foi escolhida como pólo multiplicador da Mata Sul. A Interlegis aguarda a anuência do presidente da Casa para concretizar o acordo. Assumindo essa função, a Câmara de Ipojuca vai poder sediar os treinamentos oferecidos pelo programa.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Romero defende a segurança dos ipojucanos

A segurança pública em Ipojuca foi o tema do discurso do vereador Romero Sales na sessão ordinária da Câmara Legislativa, nesta quinta-feira (09/06). Na ocasião, Romero pediu que fosse enviado ofício à Secretaria de Segurança Cidadã cobrando a implantação do Conselho Municipal de Segurança do Ipojuca - COMUSI. A lei que dispõe sobre a criação do conselho é de autoria de Romero e foi aprovada, por unanimidade, desde 2009. Com a mudança do titular da pasta da Segurança Cidadã, a lei ficou esquecida. Agora, o vereador solicita a efetivação da mesma: “no momento, o Conselho de Segurança é essencial para o acompanhamento do que vem sendo feito na área de segurança pública em Ipojuca”.
Além da fiscalização, o COMUSI tem como atribuições indicar prioridades na área de segurança; formular estratégias para a execução da política pública municipal de segurança; avaliar os serviços públicos e privados da área; cobrar respeito aos direitos humanos e eficiência na proteção do cidadão e sugerir critérios para a celebração de contratos entre o Poder Público Municipal e as entidades privadas, na execução da política pública municipal de segurança.
A finalidade do Conselho Municipal é ajudar a diminuir os índices de criminalidade no município. Ele deve agir promovendo a integração entre a comunidade e as forças policiais que atuam em Ipojuca. A parceria entre moradores e policiais economiza tempo e recursos nas atividades de investigação e identificação de locais, horários e grupos de risco. Além disso, o policial também se sente mais motivado ao trabalhar em um local onde é bem recebido e valorizado.
Após ser implantado, o COMUSI deve ter, em sua composição, 13 membros, os quais devem representar igual número de entidades. Dentre as instituições que farão parte do Conselho estão: Guarda Municipal; Polícia Civil, Militar e Federal; OAB; Poder Executivo, Legislativo e Judiciário; Igreja e Conselho Tutelar.
Os membros vão ter mandato de dois anos, permitida uma reeleição. A lei prevê, ainda, que as atividades exercidas no Conselho tenham caráter de interesse público e que não sejam remuneradas. No projeto que deu origem à lei de criação do COMUSI, o vereador Romero Sales preocupou-se em incluir uma Ouvidoria de Segurança Comunitária. A Ouvidoria tem como objetivo funcionar como uma linha direta entre a sociedade civil e o Poder Público. “A Ouvidoria é um espaço onde a comunidade poderá informar às autoridades seus interesses e reivindicações relativos à segurança pública”, definiu Romero. O vereador aguarda ansioso a resposta do ofício encaminhado à prefeitura e justifica: “com o aumento da criminalidade em Ipojuca, vidas são ameaçadas e toda iniciativa no setor de segurança tornou-se urgente”.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Ipojuca é pioneiro na distribuição de uniformes escolares


A primeira vez em que alunos de Ipojuca receberam fardamento e material escolar foi na gestão de Romero Sales como Secretário de Educação, em 2005. Hoje vereador, Romero relembra o feito: “Ipojuca foi o primeiro município de Pernambuco a fornecer o uniforme; sendo copiado, posteriormente, pelo governo do Estado”. Naquele ano, o fardamento foi distribuído entre todos os alunos e professores de escolas públicas municipais.
Jane L. Fernandes da Silva, 42, leciona há 23 anos e acompanhou o período de transição. “A alegria dos alunos era visível e os professores também se sentiram mais respeitados com o fardamento”, afirmou Jane. Hoje, ela leciona na Escola Maria de Lourdes Dubeux, situada no Campo do Avião. Jane declara ainda que, através do uniforme, foi possível a diferenciação entre corpo docente e corpo discente, o que ajudou na organização da escola. 

Os professores foram contemplados com camisas padronizadas e calça jeans. Já o kit de fardamento para os alunos era composto por duas peças de camisas, calças, bermudas, dois pares de meia, um de tênis e uma bolsa. Hoje, a Secretaria Municipal de Educação continua distribuindo o uniforme. Além do fardamento, Romero implementou, também, a distribuição gratuita do kit escola: caderno, lápis, lápis de cor, de cera, borracha, lapiseira e livros paradidáticos - dependendo da idade do estudante. Com a iniciativa, o então Secretário de Educação, Romero Sales, esperava proporcionar melhores condições de estudo para os alunos. 
Jane Fernandes, professora da Escola do Campo do Avião
A distribuição de uniforme e material escolar vai além da educação e faz parte de uma política pública para a igualdade. Não é uma questão de camuflar as diferenças, mas de diminuí-las, evitando que os alunos sejam julgados ou tratados de acordo com a aparência. A professora Jane Fernandes foi testemunha da mudança ocorrida em 2005: “assim como existem, hoje, alunos que vão à escola porque não têm o que comer, naquela época, tinha alunos que não iam às aulas por não terem o que vestir”, declarou a docente. 

Nos últimos anos, Ipojuca tem sido palco de uma corrida por educação e capacitação profissional. A educação de qualidade envolve também questões como transporte, merenda, uniforme e material. “Não adianta oferecer educação de qualidade sem dar condições para os estudantes aproveitá-la e ninguém quer ir à escola com roupa velha”, afirma Romero. É durante a infância e a adolescência que a personalidade é moldada. É preciso investir na auto-estima dos estudantes nessas fases, pois, a confiança em si mesmo é um passo importante na formação de adultos bem-sucedidos. O vereador conclui: “a valorização dos professores deve andar lado a lado da valorização dos alunos. Fico feliz por ter iniciado a distribuição dos fardamentos em Ipojuca”.